Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 03/09/2019
É notório, que a saúde mental do jovem na atualidade está bastante fragilizada, pois estão expostos a diversas mudanças e acontecimentos diários do mundo conectado que afetam sua personalidade. Depresão. Ansiedade. Suicídio. Entre os principais problemas que afetam o adolescente brasileiro está, infelizmente, a gravidez na adolescência. Desse modo, é necessário que sejam apresentadas ações governamentais que possibilitem a resolução deste impasse.
Primeiramente, evidencia-se a contribuição da pedofilia para a gravidez precoce. Isso se verifica, pois o Brasil, de acordo com o estudo britãnico “Out of the Shadows”, é o 11º país com mais casos de abusos e exploração sexual infatil. Com isso, apesar da diminuição dos casos de gravidez na adolescência, tal problemática acarreta outro problemas sociais que estão presentes na sociedade brasileira.
Além disso, a falta de educação sexuais na escola aumenta o número de casos, pois conhecimentos básicos sobre preservativos são suficientes para evitar gestações precoces. Sendo assim, para não haver surpresas como a com o bebê recém-nascido que viralizou no Facebook que nasceu com um DIU, contraceptivo feminino, na cabeça.
Portanto, a fim de diminuir cada vez mais os índices de gravidez na adolescência, faz-se essencial ações governamentais. É mister que as escolas desenvolvam palestras, por meio de verbas governamentais, para que as jovens identifiquem se estão sendo alvo de abusos sexuais, além de capacitar os professores para ministrarem palestras acerca da importância do uso de preservativos nas relações sexuais.