Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 04/09/2019
Apesar da queda percentual da natalidade de bebês por adolescentes de 15 e 19 anos, o número ainda é muito grande, deixando o Brasil entre os primeiros no ranking, quando se diz respeito a gravidez na adolescência, isso porque o descaso governamental com a saúde pública e com a educação da população só vem aumentando.
A saúde pública é um dos, se não o maior, dever governamental, mas que está cada vez pior. Frequentemente vemos reportagens e notícias nos telejornais, nas rádios e nos jornais impressos falando sobre todo o sofrimento e drama enfrentado pela população que depende do bom senso do governo estadual. Vemos a demora para marcar uma simples consulta, imagine fazer um pré-natal. É nessa questão que entra a legalização do aborto, se os hospitais públicos não tem suporte suficiente para amparar uma jovem grávida, quem dirá para abortar.
Ademais, inclui-se a importância da educação, em especial a educação sexual. O erro começou quando os pais não tiveram informação suficiente para educar, de forma adequada, seus filhos. Hoje em dia, a prevenção sexual ainda é um tabu devido a falta de informação sobre a importância de tal.
Em resumo, como apresentado anteriormente, concluímos que a classe mais afetada são as famílias que se encontram em classe social baixa, expondo-se assim, a necessidade do redirecionamento de verbas para capacitação de profissionais da área da saúde e da educação, para que assim possam acompanhar a evolução precoce dos jovens e um suporte maior para as famílias carentes, em especial, as com adolescentes, para possam amparar e informar seus filhos.