Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 05/09/2019
Segundo a Organização das Nações Unidas, a educação sobre sexualidade e gênero deve começar desde a infância, para meninos e meninas. Entretanto, isso não é implementado no Brasil, inclusive, são irrisórias as medidas adotadas no campo das políticas públicas de educação e sexualidade. Nesse sentido, há um cenário propício para que os casos de gravidez na adolescência continuem alarmantes, seja pela carência de ações governamentais seja pela falta diálogo no ambiente familiar
Primeiramente, é importante destacar que a maternidade precoce é uma questão que necessita de atenção das instituições sociais e governamentais. Nesse seguimento, de acordo com a Unesco, o ensino sobre temas relacionados à sexualidade e prevenção à gravidez devem ser adaptados a cada faixa etária, a fim de instruir os adolescentes sobre a vida sexual. Haja vista que sem orientação muitas meninas, sobretudo, de baixa renda engravidam e as consequências disso são evidenciadas na evasão escolar e na falta de oportunidades no mercado de trabalho. Assim, é notório que se a escola e a sociedade não educam para evitar a gravidez, em geral também não estão preparadas para acolher as meninas gestantes.
Ademais, vale destacar também que o contexto familiar é essencial para construção do conhecimento e identidade do adolescente. Sob esse viés,