Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 04/09/2019

O perigo da falta de informação: o papel do governo na educação e saúde.

O número de casos de gravidez na adolescência na sociedade brasileira é alarmante. Isso deve ser freado, pois as maiores vítimas são as mães que têm sua juventude interrompida precocemente. O governo tem o importante papel de reduzir essas ocorrências com investimentos nas áreas da educação e saúde.

É indubitável que a questão da educação e sua aplicação estejam entre os fatores que atenuam o problema. Nesse contexto, é válido analisar que o desconhecimento sobre segurança sexual influi em comportamentos inadequados contra a gravidez, como retratado no filme ‘‘Juno’’ em que a personagem principal fica grávida ainda cursando a escola. A partir disso, as aulas de Educação Sexual ensinarão os métodos mais seguros de contracepção, os cuidados que devem ser tomados durante o ato sexual, a fim de evitar também as DST’s (Doença Sexualmente Transmissível), e também sobre a maturidade sexual.

Além disso, é cabível salientar que, segundo a Constituição de 1988, todo cidadão tem direito a saúde. Dessa forma, o governo se faz plenamente responsável pela atual problemática. O acompanhamento ginecológico é vital para a saúde feminina e para o sexo seguro. Por isso, é de extrema importância a distribuição de camisinhas e outros métodos contraceptivos em postos de saúde.

Em vista disso, fica evidente a problemática da gravidez na adolescência e das ações governamentais perante a isso. Tornando assim indubitável a importância do Governo Federal, mediante o Ministério da Saúde e do da Educação. É importante salientar que o auxílio de campanhas publicitárias e debates em horários nobres ajudam a conscientização sobre a gravidez precoce. Afim de que, essa problemática de cunho social e educacional, seja cada vez menos recorrente na sociedade brasileira.