Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/09/2019
As ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência no Brasil são ineficazes, visto que o país possui uma taxa média de adolescentes grávidas maior do que a taxa média latino-americana. Além disso, a incompetência nos atos da governança colaboram para as mortes relacionadas a gestação juvenil.
Deve-se pontuar, de início, que o relatório da Organização das Nações Unidas explicitam a improdutividade das ações governamentais. Segundo dados da Organização das Nações Unidas, “a taxa nacional é de 68,4 jovens prenhas para cada grupo de mil jovens do sexo feminino na faxixa etária entre 15 e 19 anos. Já a média latino-americana é de 65”. Por isso, percebe-se que as medidas adotadas pelo governo são fracas.
De mesmo modo destaque-se, que no período da prenhez das moças ocorreram várias mortes. Conforme com as informações do Ministério da Saúde, “um total de 274 mortes relacionadas com a gravidez na adolescência em 2004”. Isso ocorre devido a baixa operância e publicidade das atividades do governo brasileiro sobre essa adversidade, pois são poucas campanhas publicitárias e palestras para debater, orientar e tentar controlar essa pertubação no Estado brasileiro.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde aumentar rigorasamente campanhas pubicitárias e palestras espalhadas por diversas regiões do Brasil sobre a importância do uso dos métodos contraceptivos e os riscos da gestação imatura, por meio das verbas públicas destinadas a esse órgão, a fim de alertar a população à respeito desse impasse que atinge muitas jovens brasileiras. Dessa forma, seria possível evitar tanto a gravidez precoce das moças quanto a morte delas.