Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 06/09/2019

No âmbito social, o número de gravidez na adolescência vem crescendo cada vez mais. Esse problema vem afetando a infância e adolescência, pois são crianças se tornando homens e mulheres precocemente, gerando uma série de transtornos.

Primeiramente, essa situação causa grandes impactos na vida de uma menina que começa sua gestação na adolescência. Geralmente a mesma é levada a abandonar os estudos, pois fica difícil de conciliar os estudos com o pós-parto. Outro fator que essa circunstância atrapalha, é no mercado de trabalho, aumentando o número de famílias carentes no país.

Segundo o site do G1, dados apontam que “75% das adolescentes que têm filhos, estão no ensino fundamental e médio”, por consequência, provocando a evasão escolar tão cedo. Vale lembrar que prejudica também o futuro, fazendo com que a mesma desista dos planos da sua formação profissional.

A falta de orientações sexuais é, uma das grandes falhas que impede desse problema ser resolvido. Muitas adolescentes e crianças afirmam que não tem informações devidas sobre o assunto. Entretanto, na maioria dos casos, vem a acontecer, pois os pais não a atenção necessária aos filhos, se tornando ausentes na fase mais importante do ser humano.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Na frase do filósofo Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, deixa claro que a orientação é base para o conhecimento, os país devem estar sempre alertando sobre as causas que a gravidez indesejada trás. O ministério da educação (MEC) também pode agir diante desse caos, trazendo uma educação sexual para o ensino fundamental e médio, para não só informar sobre a gravidez, mas também para evitar doenças sexualmente transmissíveis.