Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 06/09/2019

Depressão. Evasão Escolar. Trabalho Infantil. Diversas são as consequências da gravidez na adolescência no Brasil. Nesse sentido, são inegáveis as mazelas oriundas da gravidez, afinal, essa situação engendra tamanhas consequências como: evasão escolar e o trabalho infantil. Segundo Aristóteles, a política deve ser utilizada a modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado. Entretanto existem diversas formas de exclusão, assim dificultando o bem-estar dessas adolescentes. Segundo o Ministério da Saúde, em 2015, foram cerca de 574 mil crianças nascidas vivas de mães entre 10 e 19 anos. É uma fase que deveriam estar buscando seus interesses próprios, ensino de qualidade e tempo para pensar em sua futura carreira, mas em consonância disso, o preconceito sofrido torna-se ainda mais traumático, vindo do âmbito escolar e familiar.

Paralelamente a isso, esse assunto ainda é um “tabu” para nossa sociedade. Vemos na Palestina, meninas se casando com homens muito mais velhos, e engravidando ainda jovem demais. O patriarcado está intrínseco em todo o mundo, mas o Brasil caminha para a era de inovações tecnológicas, é contraditório continuarmos, com a mesma consciência patriarcal.

Portanto, é mister que o Estado tome providencias para a inserção de ações governamentais para a redução da gravide na adolescência. Logo cabe ao Ministério da Saúde (MdS) E à mídia, promover o esclarecimento formal e informal da sociedade, por meio da transmissão em horário nobre, de telenovelas com elenco engajado, como “ infuencers”, na causa com o objetivo de diminuir a gravidez precoce, e os traumas psicológicos e físicos que lhe causa.