Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/09/2019
Ao analisar o tema,vê-se,que a gravidez na adolescência é um dos paradigmas sociais no Brasil que recorre as seguintes consequências como,a evasão escolar que segundo uma pesquisa do Ministério da Educação revelou que 18% das jovens gestantes brasileiras abandonam a escola,e adicionalmente sofrem com preconceitos e a falta de oportunidade no crescimento escolar e profissional devido a maternidade. Por isso, é importante observar as devidas causas dessas conjunturas para que se possa apresentar uma intervenção.
Em primeiro lugar, a falta de comunicação existente entre familiares e a escola com os jovens aos assuntos relacionados a sexo e sexualidade advém de um tabu inserido pelo fator religioso cristão que os europeus trouxeram na chegada ao País.Isso trás como consequência, a falta de informação ao jovem que,por não receber apoio fica a mercê de tomar escolhas de forma irresponsável colocando a saúde em risco com doenças sexualmente transmissíveis e a gestação indesejada.
Outrossim, a acessibilidade ao meios contraceptivos e preservativos se torna restrita para esse público uma vez que esses não se encontram orientados pela ausência de comunicabilidade para que realizem acompanhamentos com especialistas ou não possuam liberdade para expressarem suas dúvidas recorrendo a esses meios sem recomendações médicas em casos emergenciais como relação sexual sem preventivos.
Portanto, é mister que o Governo tome providencias para superar esta adversidade atual, em parceria com o Ministério da Saúde promovendo propagandas midiáticas para a conscientização dos impactos causados pela gravidez abaixo dos 18 anos, a importância do diálogo sobre o assunto com os jovens tanto por parte dos responsáveis por estes quanto as instituições de ensino por meio de palestras.Dessa forma pode ser possível minimizar o caso em questão,garantindo um futuro com oportunidades e qualidade de vida aqueles para seu desenvolvimento na sociedade.