Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 24/09/2019

A revolução Técnico-Informacional, iniciada em meados do século XX, inaugurou diversos avanços nos setores de informática e comunicação, possibilitando maior democratização no acesso a informação. Contudo, é evidente que, no Brasil, a gravidez na adolescência é um problema que ainda persiste, apesar da maior acessibilidade a informação sobre métodos contraceptivos. Além disso, é válido analisar a relação entre a gravidez e aspectos socioeconômicos.

A princípio, cabe ressaltar a importância de estimular a prevenção, visto que as ações governamentais já existentes para tal ação se apresenta a uma parcela da população como incentivo ao sexo. Por consequência, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 7% das mulheres grávidas no Brasil têm menos de 19 anos. Através desses fatos, é perceptível os desafios que há em resolver o impasse.

Outrossim, é imperativo analisar de que forma o âmbito sociocultural influencia nos altos índices de gravidez na adolescência. O documentário “Meninas”, dirigido por Sandra Werneck apresenta a trajetória de quatro meninas sob uma semelhante situação: baixa escolaridade e renda, acentuado por problemas no núcleo familiar. Essa produção mostra os desafios enfrentados por elas, e a inocência que antecede a gravidez, assim como a ausência paterna. Portanto, as pessoas em situação de vulnerabilidade

Destarte, são necessárias medidas que atenuem as taxas de gravidez na adolescência no Brasil. Cabe ao Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, promover palestras nas escolas sobre as variedades de métodos contraceptivos e as informações necessárias para adquirirem gratuitamente. Assim, os jovens encontrarão maneiras de prevenção que melhor de adapte a própria realidade. Ademais, as escolas poderiam organizar reuniões entre pais e profissionais da área da saúde para que seja explicado a necessidade de conversar com os adolescentes a respeito do sexo. Desse modo, será possível que os adolescentes sejam instruídos, evitando a gravidez indesejada.