Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/09/2019
Desde o “Iluminismo” entende-se que uma sociedade só progride quando se mobiliza com o problema do outro. No entanto, no Brasil, o alto índice de gravidez precoce verifica-se que esse ideal de iluminista é constatado na teoria. Nesse sentido, convém analisarmos causas, consequências e possível medidas para intervir a problemática.
É indubitável que a questão constitucional e sua prática sejam as causas do problema. De maneira análoga, é possível perceber que o cenário brasileiro, a falta de intervenção pública para reduzir o fenômeno de gravidez na adolescência, isso justifica pelos péssimos investimentos em saúde pública. Haja vista que, segundos os dados do IBGE de 68,4% de bebês nascidos mil são de mães entre 10 à 19 anos tais fatores mostra o quanto a família negligência os filhos por falta de diálogo dentro dos lares e colabora para mídia vender o sexo como mercadoria de consumo.
Outrossim, destaca-se dificuldade nos relacionamentos familiares , os jovens encara a gravidez como a única saída para mudar de vida. De acordo Durkheim, os fatos sociais é maneira coletiva de agir e pensar. Seguindo a linha de pensamento, é lamentável a carência de dialogo nos lares e as escolas abordar o tema superficial representa o retrocesso para reduzir a gravidez não planejada e o aumento da evasão escolar.
Evidência-se portanto, que é papel do Governo Federal e o Ministério da Saúde faça a intervenção com estratégia da saúde da família por meio de desenvolvimento de habilidade em saúde sexual e reprodutiva , com perspectiva de promoção educativa de abortar mais o tema de prevenção gravidez nas escolas e uso de preservativo para prevenir de doenças. Espera-se, com isso, estimular o dialogo com a sociedade favorece a desmistificações imposto pela mídia a fim de solucionar a temática . A ação iniciada hoje pode mudar todo o futuro da sociedade brasileira.