Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 08/09/2019

Segundo dados do Ministério da Saúde, as chances de um bebê morrer no parto em que a mãe é adolescente é maior do que se a mãe for adulta. Embora o número de jovens gestantes tenha diminuído, a porcentagem ainda é alta, gerando perigos para os recém-nascidos e suas jovens mães. Visto isso, é necessária a conscientização dos jovens sobre gestação prematura, além de políticas mais eficazes de dispersão de métodos contraceptivos.

Convém ressaltar, a princípio, que, normalmente, as mulheres das quais engravidam na adolescência, tendem a abadiar is estudos após terem a criança. Tal ato gera uma série de problemas, como a futura dificuldade dessas conseguirem emprego, e também a queda acentuada do Brasil no rancking de educação mundial, atrasando a entrada do país, ainda mais, na lista de países desenvolvidos. Além disso, as jovens gestantes, muitas vezes, tentam esconder a gravidez, seja por vergonha ou medo, e acabam deixando o pré-natal de lado, com essa atitude, tanto a vida da adolescente, quanto a do feto, ficam em perigo. podendo acarretar numa maior defasagem do sistema público de saúde brasileiro, já problemático com falhas em sua infraestrutura para atender a população canarinha.

Logo, é vista a necessidade de medidas governamentais mais eficientes para a queda do número de adolescentes grávidas. Uma das medidas a serem tomadas, é a conscientização dos jovens ao uso dos métodos contraceptivos, como camisinhas, pois, podem saber da existência, mas muitos não sabem utilizá-los. Ademais, também é de vital importância uma maior dispersão gratuita de anticoncepcionais e atendimento médico em postos de saúde, até porque, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a gravidez precoce, na maioria das vezes, está ligada à baixa renda, expondo o fato de muitos desses jovens não terem condições de fazer acompanhamento médico antes de iniciar a fase sexual.

Portanto, para a queda do número de gestações juvenis, é preciso que o ministério da educação invista em aulas interdisciplinares-entre as matérias de biologia, sociologia e geografia-nas escolas para, além de conscientizar sobre os períodos biológicos de praticar sexo sem proteção, como a gravidez indexada ou a contração de doenças, faça esses alunos refletirem sobre os futuros problemas que terão ao negligenciar o uso de contraceptivos, como a marginalização social pela falta de educação completa. Outrossim, é importante que o Ministério da Saúde aplique políticas de investimento nos postos de saúde ao longo do Brasil, para, antes que o jovem inicie a vida sexual, possa se consultar com ginecologistas gratuitamente, para esses ensinarem como usar os anticoncepcionais. E assim, no futuro próximo, as taxas de adolescentes grávidas no Brasil diminua de forma acentuada.