Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 10/09/2019
Por um lado, os adolescentes vivem em uma cultura onde o sexo é banalizado, seja por letras de música ou conteúdo de filmes e séries. Por outro, os métodos contraceptivos e medidas para o sexo seguro não são suficientemente debatidos nas escolas ou família. Nesta, muitas vezes o assunto o assunto é tido como tabu, o que colabora para os altos índices brasileiros de gravidez na adolescência.
É unânime entre os psicólogos do desenvolvimento que a adolescência, por si só, é um período de muitos conflitos e crises psicológicas. Uma gravidez nesta etapa só aumenta as ansiedades e inseguranças. Além disso, em função de ter que criar um filho, é comum que os estudos tenham que ser deixados de lado, causando prejuízo na vida profissional. Apesar de medidas governamentais que estimulem o sexo responsável (distribuição de preservativos em postos de saúde, por exemplo), os índices de concepção nesta etapa da vida ainda são altos.
Pesquisas governamentais demonstram que a atividade sexual está começando cada vez mais precocemente. Em contra partida, a educação sexual não é devidamente discutida entre os jovens. Muitos pais acham constrangedor falar sobre o assunto. A gravidez na adolescência é mais comum entre indivíduos com menor condições financeiras e grau de escolaridade, e consequentemente, com menos acesso a informação.
Considerando a situação, é fundamental que o governo tome novas medidas e intensifique as medidas já existentes para combater a gravidez indesejada na adolescência. O estado deve fazer parcerias com meios de comunicação para divulgar