Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/09/2019
De acordo com a Primeiro Lei de Newton os corpos tendem, quando nenhuma força é exercida sobre eles, a permanecer em seu estado natural. Contudo, com relação a gravidez na adolescência, o governo deve ser a força que a tira de seu percurso natural, a fim de reduzi-la. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover melhorias nas ações governamentais para reduzir os índices de gravidez precoce no Brasil.
Em primeiro lugar, cabe pontuar que as instituições de ensino não promovem uma discussão sobre o assunto, o que seria de extrema importância a todos os jovens para uma boa orientação e conscientização. Embora a sexualidade e a discussão desta ainda seja um tabu na sociedade, é preciso que está barreira seja rompida a fim de garantir uma boa orientação dos adolescentes sobre formas contraceptivas no sentido de uma gravidez inesperada.
Segundo os dados do IBGE, a cada cinco bebês nascidos, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos, o que reforça a importância do acesso público a métodos contraceptivos, desde pílulas anticoncepcionais á camisinhas, que devem ser distribuídas gratuitamente tanto para prover esses recursos aos mais pobres, como para incentivar o uso das mesmas. O que não ocorre na prática, prova disso são as diversas redes de saúde que não possuem acesso gratuito a camisinhas, bem como as farmácias que não fornecem pilulas anticoncepcionais gratuitamente.
Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. Portanto faz-se mister o intervir do estado na educação, criando grades curriculares que possuam espaço para uma orientação sobre a questão da gravidez precoce, conscientizando os estudantes sobre o assunto. E ainda, por meio de verbas governamentais, o governo deve fornecer métodos contraceptivos gratuitamente para incentivar todos a usarem, assim diminuindo as chances de uma gravides indesejada. Dessa forma será possível reduzir, de fato, a gravidez precoce que assola os adolescente no século XIX.