Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/09/2019

O Brasil sendo um país subdesenvolvido acarreta diversos problemas, principalmente os sociais. Temos como exemplo a gravidez precoce entre as adolescentes sendo alguns dos principais problemas o abandono escolar, também se relacionando com a falta de comunicação entre os pais que não discutem o assunto.

As taxas de natalidade adolescente reduziram consideravelmente, mas ainda sim é um problema a ser discutido pois é preocupante e relevante.  Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos de idade, isso revela que temos que conscientizar a população dos riscos e dos cuidados que devem ser tomados para combater a gravidez precoce, sendo o Norte e o Nordeste os quais tem casos mais frequentes de gravidez adolescente.

A natalidade precoce é prejudicial para o desenvolvimento da gestante na escola, muitas abandonam para cuidar de seus filhos causando danos irreversíveis em seu futuro e retardando o seu desenvolvimento escolar, geralmente as jovens mais atingidas prevalecem em famílias de baixa renda, propriedades rurais ou periferias. Além disso, uma gestação indesejada, às vezes, é fruto de casos de violência, o que gera traumas permanentes na vítima violentada.

Muitas famílias não discutem sobre o assunto com os seus filhos, por sentirem vergonha, sendo assim os pais devem ultrapassar as barreiras e informar os seus filhos. Os adolescentes precisam de auxílio e orientação para se sentirem seguros, porém é importante orientá-los especialmente sobre as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Portanto devemos informar e conscientizar nossos adolescentes, pois o assunto precisa ser discutido nas escolas, nas famílias e redes de saúde pública como no SUS ( Sistema Único de Saúde). Programas de educação sexual devem ser implantados nas instituições escolares, pois os adolescentes estão tendo relações sexuais cada vez mais cedo. Entretanto as doenças sexualmente transmissíveis vem se agravando cada vez mais, por isso os jovens devem se orientar dos métodos contraceptivos, o governo deve realizar campanhas públicas nos meios de comunicação - rádio, TV, redes sociais e sites-e palestras que devem instruir os adolescentes sobre as complicações das doenças sexualmente transmissíveis que vem se agravando.