Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/09/2019

Conforme o site Observatório, a gravidez na adolescência no Brasil tem em média cerca de 68,4 nascimentos para cada mil adolescentes - assim esses dados são maiores do que os da média latino-americana. E em  razão disso a falta de uma estrutura adequada por parte governamental para  uma educação sexual na escolas, e a falta de apoio emocional familiar resultam em uma gravidez sem os devidos cuidados.

É essencial que haja uma estrutura educacional de qualidade voltada para a área afetiva e sexual de uma adolescente, pois, o uso de camisinhas e métodos contraceptivos podem apresentar uma eficácia de 90-95% na prevenção de gravidez e DST’s (Doenças Sexualmente Transmissível), logo se houver uma reestruturação na educação sexual haverá menos indices de gravidez entre as meninas entre 15 e 19 anos.

Ademais, o apoio familiar e emocional é fundamental para uma gestação saudável, mas, os preconceitos são comuns quando se trata de uma gravidez inesperada, principalmente por familiares próximos e em alguns casos pode ocorrer o abandono da criança e da própria mãe. Atualmente a taxa de óbito precoce da criança e da mãe representa 20% dos indices da mortalidade infantil o que pode ser  um perigo para mães de primeira viagem na adolescência.

E em virtude dos fatos mencionados, a gravidez não deve ser vista como um obstáculo na vida de uma pessoa. Medidas exequíveis devem ser tomadas a fim de diminuir o índice de gestação na adolescência, cabe ao Governo Federal por meio do Ministério da Saúde e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos criarem uma campanha de ensino a respeito da educação sexual para adolescentes por intermédio dos profissionais da saúde e licenciatura, cabendo as escolas aderirem essa grade curricular nas aulas de biologia.