Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/09/2019

Segundo a lei da inércia, de Newton, um corpo tem a tendência de permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física é possível perceber a mesma condição que concerne na alta taxa de gravidez na adolescência no Brasil. Nesse sentido, é preciso que estrategias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui ausência de prevenção e informação.

Nessa perspectiva, há a questão de falta de informação que influi decisivamente na consolidação da gravidez na adolescência. O norte e nordeste do Brasil têm os maiores números em relação ao Brasil todo, as mães estão na faixa de dez a dezenove anos, sendo a região que não possui tanto investimento no quesito de conscientização sobre o uso de preservativos, gerando um maior risco de gravidez.

A orientação dos pais sobre o respeito no convívio entre meninos e meninas é necessário para que todos as duvidas e curiosidades dos adolescentes sejam esclarecidas; ‘’tais informações não servem para estimular os jovens, e sim evitar uma gestação precoce e a transmissão de doenças.’’ afirma a medica Marine Tofoli presidente da SGP.

Segundo Nelson Mandela ‘‘devemos promover a coragem onde há medo, promover o acordo onde existe o conflito, inspirar a esperança onde há desespero.’’ Na óptica da lei da inercia e fora da física e do Nelson Mandela é necessário salientar a importância de achar uma solução para a gravidez precoce indesejada. O ministério da educação juntamente com o ministério da cultura deve investir em palestras nas escolas, conversas com especialistas e pessoas que já tenham passado pela mesma situação. Para que isso seja realizado de forma rápida e eficaz pode ser feito web-conferencias utilizando mídias pragmáticas como redes sócias. Dessa forma deixando a gravidez precoce para o passado do Brasil.