Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/09/2019

No período da idade média,entre a nobreza,dar a luz era sinônimo de manutenção de uma aliança ou dinastia no poder.No entanto,atualmente essa não tem sido uma realidade entre os adolescentes no Brasil,uma vez que,o ato de conceber uma criança geralmente não é preconcebido.Logo,dois fatores corroboram com essa problemática,a saber,a ausência de políticas públicas e a falta de diálogo dos pais ou responsáveis sobre educação sexual.

Primeiramente,é possível afirmar que a falta de mobilização governamental no papel de conscientizar a população a respeito da natalidade na adolescência é um fator preocupante.Desse modo,mediante um artigo publicado pela equipe Datafolha,em países desenvolvidos a taxa de natalidade é,em geral,mais baixa,isso devido ao conhecimento da população sobre os métodos contraceptivos.Destarte,fica evidente o papel de uma política de conscientização social eficiente,a qual evite que adolescentes se envolvam em uma gestação indesejada e,como na maioria dos casos,abandonem o âmbito escolar devido o constrangimento diante dos outros alunos.

Somando-se a isso,a sociedade brasileira ainda convive com um tabu que é o do diálogo entre pais e filhos no que se refere à sexualidade.Em consequência disso,como mostra o dado estatístico levantado pelo IBGE,Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,de cada cinco bebês que nascem,um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos.Esse dado,portanto,reafirma a importância da educação sexual dos adolescentes em casa e nas instituições de ensino pois,a gravidez precoce,além de contribuir com a perda da perspectiva de vida do indivíduo,pode acarretar traumas psicológicos.

Diante do exposto,cabe ao Ministério da Educação tratar do assunto da gravidez entre adolescentes no Brasil por meio de palestras nas escolas,com profissionais da psicologia como palestrantes,a fim de que estes se evadam de descontentamentos num futuro próximo.