Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 16/09/2019

A fase da puberdade que, em muita das vezes, determinada como a emancipação diante da sociedade acarreta fatores inesperados aos que carregam consigo a negligência ou, principalmente, os atingidos pela desigualdade. O pico nos níveis hormonais levam a exploração da vida sexual além da social, sem a instrução devida, ocorra-se a gravidez inesperada.

Em primeiro lugar, a falta de acessibilidade pela saúde pública e de educação de qualidade atingem as regiões periféricas sendo mais um empecilho para perspectiva do futuro, percebe-se a baixa visibilidade do governo diante da gravidez na adolescência. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê a realização da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, segundo o Artigo 8, que deve ser realizada anualmente, como forma de difusão da saúde durante o período da puberdade, trata-se do apoio a esta desigualdade visando a prevenção e o impulso ao acesso dos métodos anticoncepcionais e de educação sexual.

Ademais, ao distinguir-se a equidade entre os grupos sociais, é necessário a responsabilização quanto ao gênero feminino como masculino, a fim de diminuir o impacto causado pela gravidez nas oportunidades de completar sua educação, incorporar-se no mercado de trabalho, assim como participar da vida política.

Portanto, a fim de diminuir-se a paternidade e maternidade precoce, necessita-se do alerta governamental com o apoio do Ministério da Educação (MEC): inserir educação sexual como grade curricular a partir do 7º ano do Ensino Fundamental nas  escolas, tendo como base idades entre 11 e 13 anos, para garantir o conhecimento dos métodos contraceptivos, além de disponibiliza-los nas regiões, e das doenças sexualmente transmissíveis.