Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 16/09/2019
Contemporaneamente, os jovens maiores de 15 anos possuem a liberdade de praticarem o ato sexual consentido no Brasil. Entretanto, o número de adolescentes grávidas sem amparo familiar e financeiro, em conjunto das consequências negativas de uma gravidez precoce, na faixa dos 15 a 19 anos, exigem providências assertivas do Governo Federal sobre essa questão social problemática no País.
Primeiramente, é importante destacar o alto número de nascidos vivos de mães adolescentes. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a cada cinco bebês que nascem, um é filho de mãe com idade entre 15 a 19 anos. Tais dados comprovam um problema social no país: a gravidez muitas vezes indesejada torna-se prejudicial, pois a jovem grávida se vê obrigada a interromper os estudos que proporcionariam uma qualificação profissional e adentra-se no mercado de trabalho, a fim de sustentar a si e ao bebê que está a caminho. Portanto, nota-se o aumento da evasão escolar, que também é um problema social.
Por consequência da gravidez precoce e o medo de retaliações familiares e da sociedade, as as adolescentes grávidas atrasam o pré-natal, que objetiva a saúde do bebê. Logo, elas são prejudicadas tanto física como psicologicamente, juntamente com o bebê. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, a taxa de natalidade entre adolescentes prevalece em famílias de baixa renda e que moram em zonais rurais e periféricas e que por isso, evidenciam a necessidade do Estado agir e alcançar toda população carente.
Portanto, para a redução da gravidez na adolescência, urge que o Ministério da Educação (MEC) crie, pro meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação a respeito da educação sexual, que motivem o uso de preservativos e alertem os problemas que são causados por uma gravidez indesejada na adolescência, a fim de conscientizar a população. Para as adolescentes acometidas da gravidez, que o sistema de saúde público perpetue o cuidado com as grávidas, mediante psicólogos e médicos, para garantir a dignidade e saúde dessas mães e bebês. Simultaneamente, que as escolas incentivadas pelo MEC promovam debates a respeito da educação sexual, em aulas de sociologia, com o objetivo de formar cidadãos conscientes e críticos. Nessa perspectiva, a redução da gravidez na adolescência será atingida e minimizará os problemas sociais inerentes à ela. (ignorem isso na correção. eu coletei dados dos textos motivadores, para fortalecer meus argumentos. Isso pode prejudicar minha nota nas competências?? ando muito receoso com o que li sobre “número de linhas desconsideradas tiradas da proposta de redação (motivadores)”!! Bom dia/tarde/noite Grato)