Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 18/09/2019

Tinha um feto no meio do caminho

A gravidez precoce é uma extensa problemática que assombra a  sociedade, visto que em 2013, de acordo com a Organização das Nações Unidas, 7,3 milhões de adolescentes ficaram grávidas. Sob esse viés, é imprescindível evidenciar que o fato prevalece em âmbitos carentes, nas regiões com difícil acesso a educação, de maneira que ações governamentais são necessárias para abater o problema.

Em primeira análise, é importante salientar que a gravidez na adolescência é prejudicial para a mãe e para o seu filho, já que na maioria dos casos, o abandono escolar é previsto, assim como bebês prematuros e de baixo preso são concebidos.

Ademais, no que tange aos danos psicológicos, é concebível salientar que o preconceito submetido as mães jovens, juntamente com a pressão emocional devido a falta de preparo, podem acarretar em transtornos de ansiedade e depressão, prejudicando assim o bem estar da mãe e do seu filho.

Tendo em vista os aspectos observados, o Ministério da Saúde deve investir em campanhas publicitárias que atinjam toda população, visando alertar famílias e jovens sobre a importância do uso de contraceptivos. Simultaneamente, a educação sexual precisa ser obrigatória em todas as instituições de ensino, visando mencionar todos os problemas causados pela gravidez precoce. Dessa forma a problemática seria minimizada, e futuramente excluída da sociedade em questão.