Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 18/09/2019
Indubitavelmente, sabe-se que a gravidez na adolescência vem aumentado cada vez mais no Brasil, por falta de conscientização do governo e da própria família. Esse assunto, pode ser analisado por meio das palavras do filósofo Heráclito de Eféso, que afirma, ``Nada é permanente, salvo a mudança´´.
Inicialmente, entende-se que este problema vem se agravando cada vez mais, trazendo consigo várias consequências. Atualmente, os dados do IBGE, mostrou que a cada 5 bebês, um é de mãe adolescente, a maioria com idade entre 15 e 19 anos, sendo as meninas de baixa renda as mais afetadas. O site também informa que, a cada 3 milhões de crianças nascidas, 480 mil são de parturientes jovens, sendo um número alarmante, tendo como consequência para elas, por exemplo, o abandono dos estudos e problemas de saúde futuros.
Além disso, tem também a questão da falta de conscientização, um meio importante para que isso seja evitado. Como mostra a novela do SBT, Milagres de Nossa Senhora em um de seus episódios, no qual uma menina com 10 anos de idade fica grávida, ela afirma que fez sexo sem proteção, pois, não sabia no que podia acontecer e que tudo isso aconteceu por conta de que sua mãe nunca havia falado sobre esse assunto com ela. A consoante palavra de Eféso, diz muito sobre esse assunto, pois, se os pais e o governo abordasse esse assunto com os jovens, este problema possa ser amenizado.
Portanto, faz-se necessário medidas exigíveis para que esse problema seja amenizado. É preciso que, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Saúde, promova campanhas sobre este assunto por meio das mídias televisivas e redes sociais, sendo estas os meios de comunicação mais utilizado, alertando os pais sobre a importância de conversar com filhos sobre isto, e mostras aos jovens os meios de evitar uma gravidez indesejada e até mesmos DST´s, para que este problema diminua cada vez mais.