Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 20/09/2019

A gravidez na adolescência não é novidade na história das mulheres,pois no passado tornavam-se mães muito cedo.Atualmente,com o avanço das tecnologias é possível ter acesso a diversos métodos contraceptivos e com isso,uma grande queda de natalidade.No entanto,a gravidez precoce ainda é um problema social e de saúde pública presente no Brasil,em virtude desse empecilho,são necessárias ações governamentais para a redução da gravidez adolescente.

A priori,vale analisar a desigualdade social como uma das causas do problema.De acordo com o site do Drauzio Varella,a maioria das mães púberes vivem em regiões periféricas,boa parte delas possuem conhecimento à cerca das contracepções,entretanto,conforme a mesma fonte,desconhecem a maneira correta de uso.Além disso,também contam com uma infraestrutura de saúde muito precária,onde faltam materiais para disponibilização.Sendo assim,os jovens pais mantêm um ciclo de miséria,visto que,conforme o Fundo de Populações das Nações Unidas,o Brasil elevaria sua produtividade em mais de 3,5 bilhões se os pubescentes adiassem a gravidez para depois dos 20 anos.

Posteriormente,cabe ressaltar que o sentimento de onipotência e o machismo são mantenedores do problema.Segundo reportagem da Tv Cultura,o sentimento de onipotência é natural na fase púbere,o que leva esses indivíduos a terem atitudes impulsivas,como é o caso das relações sexuais desprotegidas.Além disso,conforme a mesma reportagem,as meninas são educadas de forma a serem submissas,dessa forma,não conseguem  negar uma relação sexual sem proteção por medo de perderem o parceiro.Consequentemente,passam por uma gravidez de risco para os bebês e para as gestantes,conforme o Ministério da Saúde.

Em síntese,diante da problemática abordada,incube aos Ministérios da Saúde e da Educação a implantação de oficinas escolares com o intuito de ensinar a usar os métodos contraceptivos,além de com a mesma oficina elevar a auto-estima das meninas e ensiná-las a negarem a desproteção.