Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 23/09/2019

A gravidez precoce é um problema de saúde pública, uma vez que, oferece riscos para a mãe e para o bebê. A adolescência é uma fase de diversas descobertas, no entanto, a gravidez pode ser um precursor de inúmeros danos nesse período, mas ainda, é de suma importância tomar medidas preventivas, visando diminuir o índice de mães adolescentes.

Em princípio, segundo pesquisas do Ministério da Saúde, no ano de 2015, 17,26% dos bebês nascidos vivos são de mães adolescentes. Essa situação pode trazer consigo diversos problemas para a vida, principalmente, da mãe. Na maioria dos casos, a gravidez não é planejada, e na tentativa de um aborto -mal sucedido- muitas meninas perdem suas vida ou desenvolvem traumas psicológicos permanentes.

Outrossim, é essencial que os jovens tenham acesso à informação como forma de prevenção. A medida mais eficaz para combater a gravidez na adolescência é a educação. A Sexualidade ainda é um assunto polêmico, porém precisa ser, cada vez mais, discutido nas escolas, em família e em ações de políticas públicas. É importante que os adolescentes saibam como se proteger durantes as atividades sexuais, através de preservativos e métodos contraceptivos.

Em suma, o Estado deve intervir, por meio do Ministério da Saúde, através de políticas de conscientização e orientação, mediante palestras nas escolas para alunos e pais, e com auxílio da mídia, promover propagandas de incentivo ao uso de preservativos e contraceptivos, para que, desta forma o número de adolescentes grávidas diminua cada vez mais.