Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 24/09/2019
A educação sexual é necessária. Promulgada pela ONU em 1947, a Declaração dos Direitos Humanos, garante à todos os indivíduos o direito à educação. Entretanto, os índices brasileiros de gravidez na adolescência evidenciam a falta ou a pouca educação em nossas escolas de ensino fundamental e médio.
Sim, a educação, ou a falta dela, esta totalmente vinculada à gravidez precoce. A educação sexual é a principal maneira para reduzir as taxas de gravidez na adolescência. Segundo o IBGE, 20% dos bebês que nascem, tem a mãe com idade entre 15 a 19 anos de idade. É inadmissível o Brasil, sendo a sétima economia mundial, ter uma política educacional que pouco inclui a educação sexual.
As consequências de uma gravidez precoce e a falta de uma educação sexual, vai deste ao atraso no pré natal, à transmissão de doenças sexualmente transmissíveis como também a mortalidade infantil. Portanto, a gravidez na adolescência deve ser tratado com políticas públicas.
Conclui-se que é necessária a intervenção do governo neste cenário. Palestra, aulas, apresentação e disponibilização de métodos contraceptivos, o apoio de médicos e psicologos e até mesmo a interação dos jovens com a família, são as principais formas para reduzir os índices de gravidez precoce. A partir deste conjunto de ações, espera-se promover uma melhoria das condições educacionais e sociais.