Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 14/10/2019
A adolescência é uma fase de descobertas, é durante esse período que os jovens veem transformações nos seus corpos, incluindo o aumento de hormônios, com isso começam cada vez mais cedo a ter relações sexuais, mas com a falta de prevenção adequada, muitas adolescentes acabam ficando grávidas. Como consequência de uma gravidez precoce a mãe corre riscos de morte, além disso, ela geralmente abandona os estudos. Gestantes adolescentes correm riscos considerado maiores do que em adultas como de morte pré-natal, pré-eclâmpsia e eclampsia e o seu bebê também corre risco de nascer pré-maturo. Isso demonstra que medidas efetivas devem ser tomadas, uma vez que vidas podem ser afetadas de modo que causem até a morte. O índice de gravidez na adolescência é preocupante, no Brasil está acima da média latino América, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil, segundo a OMS. Ademais, vale ressaltar que a gravidez na adolescência é um problema social que afeta de maneira considerável a vida da jovem, que muitas vezes é de baixa renda e com a notícia de sua gravidez, suas perspectivas de futuro não são boas, pois ela se ver deparada a abandonar os estudos, o que não é adequado, Segundo Immanuel Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, deixando de ir à escola, ela pode ter o futuro com maiores dificuldades, não tendo oportunidades de trabalho, por conseguinte, não terá condições de mantê-la e o seu filho.
Torna-se evidente, portanto, a necessária intervenção do Ministério da educação, fazendo campanhas de conscientização nas escolas, pelo menos a cada 30 dias tendo reuniões com alunos explicando os métodos ideais para serem utilizados para evitar a gravidez precoce e o risco de IST s(Infecções Sexualmente Transmissíveis). O Ministério da Saúde pode estar alertando mais a população por meio das redes sociais e visitas nas casas com dados sobre o tema e incentivando os pais a conversarem com os filhos sobre a importância da prevenção, além da continuidade de distribuição nos postos de saúde de preventivos.