Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 26/09/2019
A sexualidade em questão ainda é um tabu. Evidentemente no Brasil, a orientação sexual é pouco debatida, pois, em muitos lares os pais repudiam o assunto. No entanto, as escolas, que por sua vez, tem como função a constituição do indivíduo, também ficam a par da situação devido ao sistema conservador e machista, e a grande influência religiosa. Carregando por gerações jovens sem informações impostos aos riscos de gravidez precoce e DST.
Segundo o filósofo Kant: “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”, contudo, sem a educação, geram-se mais pessoas sem informações. Sabe-se que, a falta de informação torna os jovens mais propensos a gravidez na adolescência. Vale ressaltar que, o machismo está presente em situações como essas. Decerto que, os pais acham irrelevante dialogar com suas filhas, acreditam que a falta do diálogo evita que o adolescente tenha a curiosidade pelo seu corpo.
Em síntese disso, nota-se que, a gravidez na adolescência está ligada a desigualdade social. De acordo com o Drauzio Varella, a gravidez precoce é mais comum em lugares de baixa renda, garotas negras e com pouca escolaridade. É evidente que, diversos casos podem ser prevenidos com informações, postos de saúde com ampla assistência para disponibilizar métodos contraceptivos e orientação sexual nas escolas.
Em virtude do que foi mencionado, é irremediável que as escolas deixem de proporcionar palestras e centro de apoio para adolescentes. Dessa forma, obtendo apoio do Estado, principal financiador da educação, capacitando profissionais na criação de projetos e implantação de conscientização da sexualidade e a gravidez precoce. No entanto, trabalhando com o Ministério da Saúde para ampliar os postos de saúde melhorando a distribuição de contraceptivos. Sendo assim, tendo a mídia como coadjuvante para clarificar companhas de preservação contra a gravidez precoce.