Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 21/10/2019

Hodiernamente, vemos um crescente no contato da maioria dos adolescentes com o álcool, entorpecentes e outros compostos. Não somente o uso dessas substâncias nocivas, como também o início da vida sexual é vista nessa fase, em muitos casos esse prelúdio é observado ainda na infância, o que agrava o problema. A falta de informação e proteção, a urgência na necessidade de realizar ações típicas de adultos e a pressão social, são somente algumas das causas para tentar explicar esse fenômeno.

O cenário mais comum é de dois jovens dependentes dos pais, ou que ainda não alcançaram plenas capacidades para manter-se, que buscam prazer sem compromisso, e isso implica muitas vezes em negligência, porquanto não pensam nas possíveis consequências do ato sexual. É comum que garotos optem por não usar preservativo por “apertar”, diminuir o gozo,há também as pílulas anticoncepcionais, mas estas por sua vez podem gerar desequilíbrios hormonais, os efeitos podem ir desde uma inofensiva acne, até a trombose.

Outrossim, a vontade de se relacionar exacerbadamente e em  qualquer circunstância, é frequente. A maior parte das adolescentes desconsidera ou não detém ciência total das altas chances e implicações de uma gravidez precoce e indesejada, além das inúmeras IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis) a que também está sujeitando-se ao arriscar-se, em adição a adquiri-las em conjunto a gravidez, aumentando a chance de comprometer a saúde de mais uma vida.Sem o apoio da família, juntamente da crítica que costumam sofrer socialmente e o impedimento que um  filho gera na construção de um futuro, muitas ponderam o aborto, isso quando ela não são coagidas pelo companheiro, ou são obrigadas a lidar sozinhas pela omissão dos  garotos.Não é viável ter a falsa ideia que isso nunca vai acontecer em nossas casas.Trata-se de um ciclo vicioso e da perpetuação da pobreza, uma vez que a garota não tem abertura com os pais para conversar sobre o assunto que ainda é um tabu,e contar que pretende ou já iniciou sua vida sexual,carecendo do acompanhamento de um médico ginecologista, ela compromete seu futuro, abandonando os estudos pelo filho e acaba por definir um futuro incerto para a criança.

Portanto, o debate dos pais com seus filhos é indispensável,a base familiar deve ser assídua e eficaz para que só assim possamos obter cidadãos mais sensatos perante suas responsabilidades.Em paralelo,a inserção de um plano nacional capaz de fornecer informação e endossar a importância do cuidado para consigo e com os outros, na disciplina de Ciências (Ensino Fundamental I e II) e Biologia(Ensino Médio),institucionalizado pelo Ministério da Educação e difundido pelas Secretarias Municipais e estudais,para que assim tenhamos números cada vez menores de gestação precoce.