Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 29/09/2019

Durante o Renascimento, século XV, a busca pelos prazeres pessoais foram ampliados, por meio do hedonismo. Entretanto, na contemporaneidade, jovens buscam pelas características medievais, o que corrobora com a gravidez precoce. Destarte, convém analisar como a família e as escolas possuem papel na enraização da problemática no Brasil.

Inicialmente, é possível analisar que a família ao não informar e orientar sobre sexo, por falta de tempo, tornam um dos motivadores da gravides na adolescência. Segundo Zigmunt Bauman, filósofo polonês, em “Modernidade Líquida”,  as relações estão, cada vez mais, superficiais por conta da carência de momentos para a socialização. Dessa forma, é evidente o papel nocivo da família para a construção da mazela na sociedade brasileira, ao não educar sexualmente os seus filhos.

Ademais, a escola inserida em uma sociedade patriarcal, que não aceita mudança no regime de ensino, impossibilita a suas ações como provedora de conhecimento sexual aos jovens. De acordo, com Pierre Bordieu, sociólogo francês, a comunidade populacional incorpora, neutraliza e reproduz estigmas de outras épocas. Lê-se, dessa maneira, como prejudicial a compreensão de que em um país com uma Constituição Federal tão atualizada, o Estado não messa esforços para inviabilizar a problemática presente no país.

Fica evidente, portanto, a extrema necessidade da intervenção Estatal para a neutralização do problema. É preciso, então, que o Ministério da Educação, em parceria com o ministério da Tecnologia, crie páginas na internet que informem de forma clara e objetiva educação sexual, por meio de verbas públicas, em que o objetivo é o maior conhecimento sobre o assunto pelos adolescentes. Assim, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.