Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 30/09/2019
A gravidez na adolescência é algo “normal” na sociedade brasileira, atinge meninas de todas às classes sociais em todos os estados, e possui recorrência maior que a média mundial. Entretanto o “normal” é um problema social, em meio a tantas informações no mundo contemporâneo tem-se jovens desinformados, susceptíveis as doenças sexualmente transmitidas (DSTs) e/ou a gravidez precoce. Nessa perspectiva, é preciso ações governamentais no combate a essa questão de saúde pública, além de ser necessário desmistificar o tema sexo na sociedade.
Primeiramente, é preciso conhecer a todos os riscos que os adolescentes estão expostos com o sexo inseguro. Sob essa ótica, é importante salientar a importância do uso de preservativo, o qual sendo utilizado corretamente diminui em mais de 90% de chances de contágio das DSTs e da gravidez indesejada, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda é preciso salientar que tal prática infelizmente está sendo ignorada, visto que hodiernamente o Brasil vive uma epidemia de Sífilis, o que demostra a urgência na abordagem do tema entre os jovens.
Ademais, a gravidez precoce é consequência do sexo, e tal temática é tida como tabu pelos pais e até mesmo pelas escolas. No entanto, tal abordagem deve acontecer no âmbito familiar e escolar, meninos e meninas devem ser educados sobre a prática sexual, somente assim a gravidez precoce e a transmissão das DSTs deixaram de afetar os jovens.
Pode-se perceber, portanto, que ações são necessárias para atenuar a problemática. Então, o Ministério da Saúde deve executar publicidade conscientizadora para o público jovem, tal ação pode ser realizada por meio das Redes Sociais, local na internet aonde eles se concentram. Aliado a tais ações, as escolas com seu papel transformador por meio da educação, deve buscar educar cada adolescente sobre a temática da sexualidade, aulas especiais com médicos abortando temas como gravidez precoce e DSTs devem estar entre os conteúdos lecionados. E assim, os problemas da prática insegura do sexo possam ser superado.