Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 01/10/2019
No filme “Simplesmente Acontece”, Alex e Rosie são grandes amigos, mas que têm seus destinos traçados de formas diferentes; ele consegue uma bolsa de estudos e passa a estudar fora, e ela tem seus planos pausados por uma gravidez indesejada. Fora da ficção não é diferente, no Brasil, inúmeras adolescentes engravidam cedo, principalmente por dois fatores: apoio da família e acesso à educação sexual. Nesse sentido, é necessário subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
Hodiernamente, ocupando a sétima posição de países que mais tem mães adolescentes, seria racional acreditar que nossos governantes sabem a real importância da educação sexual dentro das escolas. Segundo o site “Politize”, a Holanda trata a educação sexual como algo normal e tem os mais baixos índices de gravidez na adolescência. Ou seja, ela está atrelada ao fato de não passar por situações indesejadas, como o DSTs e a gestação sem planejamento, o que para a ministra Damares Alves, passa a ser erotização sexual.
Pela mesma razão, tantos pubescentes não tem a quem recorrer para buscar orientação e formas de prevenção. Faz-se mister, ainda, salientar, como impulsionador do problema as barreiras que as famílias impõem sobre certos assuntos. Segundo o jornal “O Globo”, 41% dos jovens não conversam sobre sexo com os pais, o que ajuda a aumentar a listagem de púberes gestantes.
Portanto, medidas são fundamentais para resolver o impasse. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, juntamente com as instituições de ensino façam a aplicabilidade da educação sexual, fazendo a distribuição de preservativos e efetuando a apresentação de palestras, visando conscientizá-los da transcendência de se prevenir. Além do mais, é essencial que sejam feitas reuniões escolares frequentes para que os educadores orientem os pais sobre a importância do diálogo entre pais e filhos. Desse modo, espera-se promover melhora nesse setor.