Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 31/10/2019

Promulgada pela -(ONU)- Organização das Nações Unidas em 1948, a declaração dos direitos humanos garante a todo o direito à educação, saúde, segurança e ao bem - estar social. Todavia, os obstáculos sociopolíticos enfrentados por adolescentes grávidas dificultam o acesso a esse direito. Nesse sentido, é fato que a dificuldade de ações governamentais na redução da gravidez precoce é motivado por questões sociais e políticas.

Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de base política acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas  de articulação da sociedade civil e do poder pública. Nessa perspectiva, segundo a Oficial para saúde reprodutiva e direitos á vida sexual Anna Cunha, " O índice de adolescentes grávidas no mundo é de 44 para cada grupo de mil. Dessa forma, a falta de informação e o uso de métodos contraceptivos atrapalham o descobrimento sexual e as mudanças corporais de muitas jovens.

Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como discriminação e violação social frutos do machismo enraizado na sociedade e preconceito por parte de muitas pessoas da população por serem adolescentes e que muitas vezes não constam a presença paterna na vida dos menores.Dessa modo, são aspectos hostis da sociedade, que não ao descobri a gravidez indesejável de menores.Dessa forma, muitas famílias não são protegidas conforme afirma os direitos humanos o direito à educação, saúde, segurança e ao bem- estar social.

Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário que o governo unindo -se a -(ONU)- enfatizem a importância dos direitos humanos e promova através de programas de integração social como curso de capacitações para médicos, psicólogos e população com princípios sociais mais justos para que agilizem a qualidade de vida das jovens mães. Contudo, as ações governamentais só serão possíveis se houver a colaboração de toda sociedade mundial.