Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 04/10/2019
Apesar de o Brasil ter dado um grande salto na educação, estabelecendo inclusão social, melhoria na estrutura escolar, e também na tecnologia em relação a mais instrumentos de qualidade para o âmbito escolar. Ainda assim, tanto a gestão escolar quanto os docentes não conseguiram quebrar todas as barreiras com os pais dos seus alunos acerca de ensinar sobre educação sexual. A falta das informações e diálogos sobre sexualidade implica diretamente na condição sexual irresponsável do adolescente ocasionando uma gravidez precoce ou uma possível doença.
Conforme Padre Antônio Vieira “A boa educação é moeda de ouro. Em toda a parte tem valor”. Nesse contexto, a educação sexual bem apresentada para os adolescentes, abordando a proteção necessária nas atividades sexuais e expondo as doenças sexualmente transmissíveis para os jovens ficarem cientes e terem responsabilidade durante o ato. Como também os métodos contraceptivos, prevenindo uma possível gravidez. Porém muitos responsáveis têm receio de que o compartilhamento do conhecimento sobre sexualidade nas escolas influencie e aflore o desejo dos adolescentes sobre a prática sexual.
As adolescentes que engravidam tem maior probabilidade de sofrerem problemas físicos, psicológicos e sociais devido a idade e por vezes o corpo e mente não ainda estarem preparados para gerar uma nova vida, facilitando em uma possível gestação de risco. Por outro lado, as jovens grávidas sofrem preconceito dentro da sociedade sendo vistas como por exemplo “más influências”, tendo ainda que tolerar certos tipos de exclusão social e constrangimento por muitas pessoas da comunidade.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que é dever da descola lecionar educação sexual aos alunos, como também é dever dos pais educar os filhos de acordo com seus ideias familiares. Ademais, é imprescindível o apoio do governo melhoria das políticas públicas como bolsa família, cesta básica emergencial, e principalmente aprimorar a infraestrutura do SUS no que diz respeito a profissionais qualificados e melhor assistência para os pacientes. Também é necessário o auxílio de agentes da saúde fazendo campanhas e conscientização e prevenção sexual tanto nas escolas como em todos os domicílios das cidades do Brasil. Assim, o índice de gravidez na adolescência reduzirá, diminuindo juntamente a transmissão de doenças sexuais.