Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/10/2019
A gravidez na adolescência é um problema que marca os jovens brasileiros de forma constante na atualidade, e situações como a falta de políticas públicas eficazes e a mídia, que usa o sexo como forma de atrair o público, tornam a solução desse problema cada vez mais distante da realidade social do país.
Primeiramente é preciso estabelecer que boa parte dos casos de gravidez na adolescência se dá por falta de conhecimento por parte do jovem quanto ao próprio corpo e sexualidade. Políticas públicas visando estabelecer a educação sexual como parte da base comum curricular são extremamente necessárias para que a juventude encontre um espaço onde possa tirar dúvidas sobre o tema, entender as responsabilidades que envolvem o ato sexual, e as consequências provenientes do sexo sem proteção.
Faz-se mister ainda ressaltar a mídia como grande salientadora do problema. A grande quantidade de conteúdo sexual, sem nenhuma intenção educativa, fornecida por diferentes meios de comunicação associada a adolescentes que nunca tiveram nenhuma orientação ou acesso a políticas de conscientização, acabam por estimular esses jovens despreparados a se envolverem sexualmente cada vez mais cedo e de forma imprudente. É necessário que o governo fiscalize e elimine dos meios de comunicação matérias inadequados como conteúdos pornográficos ou que sexualizem menores de idade.
Visto o apresentado necessita-se que o governo, atreves de órgãos como MEC, implante uma educação que promova conscientização e direcionamento desses jovens com relação a sua sexualidade, sem desrespeitar o livre arbítrio mas instruindo quanto ao sexo saudável e protegido, visando reduzir ao máximo os casos de gravidez na adolescência e o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Só assim a juventude viverá sua sexualidade de forma correta e positiva.