Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/10/2019
Um problema bastante recorrente no Brasil é a gravidez na adolescência. Sendo considerado adolescente qualquer indivíduo com idade entre 10 e 19 anos, de acordo a Organização Mundial da Saúde(OMS), essa é uma época de várias descobertas marcado pelo pico nos níveis hormonais, o que pode levar ao início da vida sexual que muitas vezes acontece de forma desprotegida. Esse fator é capaz de contribuir com a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, além da gravidez indesejada, ficando evidente nesse âmbito, que ações governamentais para a redução desses riscos possui um entrave que precisa ser solucionado.
Convém ressaltar a princípio, que a questão da gravidez precoce se da entre outros motivos em razão da desinformação sobre direitos sexuais, questões econômicas e sobre o sexo, que para muitas famílias é um tabu. De acordo dados da AMB(Associação de Médicos Brasileiros), cerca de 18% dos brasileiros nascidos são filhos de mães adolescentes. Nesse aspecto, é notável que inúmeros problemas sociais e psicológicos são provocados, já que esse número conduz a uma elevação na mortalidade perinatal, devido os riscos de uma gravidez adiantada e o despreparo que muitas dessas adolescentes possuem devido a falta de apoio social e familiar.
Em segunda instância, segunda Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. A falta de abertura para o diálogo devido a restrição ainsa existente entre à população, a pouca informação sobre sexualidade e os meios de proteção, acabam por serem agentes nos números de gravidez precoce. Nesse contexto, é notório que apesar de toda informação contida nos dias atuais, muitos indivíduos acabam não as possuindo devido o não acesso à elas, por conta de questões econômicas ou o pensamento que isso nunca aconteceria com eles.
Fica claro, portanto,que a melhor maneira para minimizar esse problema e por meio do conhecimento. É importante que o Ministério da Educação com o apoio da mídia, faça campanhas e palestras em escolas e postos de saúde, informando os riscos e estimulando os jovens a se prevenir. Dessa forma, poderá ser minimizado o índice de gravidez entre adolescentes.