Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 20/10/2019
No ano de 2005, foi lançado o documentário brasileiro “Meninas”, que conta a história de quatro adolescentes do Rio de Janeiro que engravidaram cedo, e em comum, todas eram de baixa renda e interromperam seus estudos por conta da gravidez. No cenário atual brasileiro, o índice de adolescentes grávidas é extremamente alto, segundo o IBGE, a grande intervenção direta apenas pode vir do governo.
A Organização das Nações Unidas (ONU) considera a educação sexual parte necessária dos direitos humanos, sendo já aplicado em diversos países, ou seja, a implantação de aulas de educação sexual como matéria obrigatória é essêncial para impedir a gravidez na adolescência, como também, evitar doenças sexualmente transmissíveis e abusos sexuais.
Por conta da gravidez na adolescência ser mais presente em famílias de baixa renda, evidência-se um conflito de classes no Brasil, para contornar essa situação, o governo deve investir na educação e na infraestrutura das escola, com isso, é provável que o número de adolescentes grávidas diminua e as que já estão grávidas, não abandonem os estudos.
As medidas governamentais, portanto, utilizando da “educação sexual” e investimentos na área de educação, são necessárias para impedir que mais adolescentes engravidem, com isso, não precisarão interromper seus estudos e serão conscientes perante a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejadas com o uso de preservativos.