Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 20/10/2019
Segundo as estatísticas das Nações Unidas, o Brasil tem a sétima maior taxa de gravidez adolescente a América do Sul, empatando com Peru e Suriname. Isso se deve principalmente pela ausência de uma infraestrutura de qualidade no setor da educação, saúde, etc, além de diversos outros fatores. Consequentemente, é notória a necessidade de uma discussão sobre tal assunto e também de melhorias nos principais setores de serviços públicos do país.
Primeiramente, ocorre toda a historicidade e má estruturação da região sul-americana. Por consequência de a várias questões históricas-culturais o Brasil se encontra em uma região muito precária no continente americano, sendo ele um dos únicos países a ter certa “estabilidade” em tal região. Como resultado, o Brasil não possui muitos vizinhos próximos para estabelecer um pacto eficiente.
Em seguida, tem-se as problemáticas do mal funcionamento dos serviços brasileiros. Dessa forma, torna-se evidente onde se inicia toda a problemática da gravidez indesejada na fase da adolescência. Por conseguinte, fica óbvio que, além do Estado, quem deve ajudar são os familiares do menor, pois são os mesmos que instruem a criança desde a nascença.
Portanto, medidas são necessárias para a resolução desse impasse. Afim de reduzir as estatísticas brasileiras no âmbito da gravidez precoce, a ANVISA juntamente do Poder Executivo Federal devem investir na exploração desse universo da interações sexuais entre indivíduos através de palestras e eventos em feiras escolares, governamentais, etc.