Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 20/10/2019

Em sociedades mais antigas, a ocorrência de gravidezes precoces eram comum de se acontecer, porém pode-se dizer que não é o ideal. Passar por tal situação para jovens pode significar um retrocesso em diversas questões em suas vidas,  afetando não só os estudos mas como também a saúde mental. Torna-se evidente portanto que medidas devem ser tomadas uma vez que, a gravidez na adolescência pode afetar negativamente o futuro dos jovens e da criança que está por vir.

Primeiramente, é importante destacar que a adolescência é uma fase de construção do indivíduo, sendo ela importante para a formação psicológica de um adulto. Desse modo, no momento que essa fase é interrompida, torna-se complicado para a pessoa desenvolver habilidades, que deveriam ter sido cultivadas anteriormente, como citado pela médica Lilian D. Hagel: “É frequente que a mãe abandone a escola e interrompa definitivamente os estudos, o que é um fator complicador para o futuro.”

Além disso, o ideal para que uma vida seja concebida é que as circunstâncias estejam a favor disso, sendo confortável tanto para mãe quanto para o recém-nascido. Dessa maneira, a falta de estruturação pode implicar em aspectos negativos para a criança, pois é certo que, torna-se mais difícil que ele seja acolhido em um ambiente promissor para seu desenvolvimento.

É mister, portanto, que medidas sejam tomadas para amenizar o quadro atual. Para evitar o surgimento de famílias desestruturadas, o Ministério da Saúde e os legisladores do Brasil, devem criar uma lei que possibilite adolescentes com gravidezes indesejadas a realizarem um aborto, possibilitando que tenham uma criança no momento certo e mais apropriado, evitando assim que futuros sejam interrompidos.