Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 21/10/2019

Um problema bastante recorrente no Brasil é a gravidez na adolescência. Apesar de já ter sido comum no passado, a evolução na educação por exemplo, fez com que o cenário mudasse. Dessa forma, no passado as mulheres não tinham expectativa de independência, se casavam muito cedo, até sem consenso. No entanto, nos dias de hoje isso mudou.

Em primeiro lugar, percebe-se que a gravidez na adolescência vem sendo considerada, em alguns países, problema de saúde pública, uma vez que pode acarretar complicações obstétricas com repercussões para a mãe e o bebê, bem como problemas psico-sociais e econômicos.

Com isso, um bebê na vida de uma adolescente que não tem apoio familiar, ocasiona diversos problemas e ajuda a manter o ciclo de pobreza no Brasil, pois uma criança demanda cuidado integral, o que faz com que suas mães abandonem os estudos e não consigam ingressar no mercado de trabalho.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de gravidez na adolescência no Brasil está em 68,4%. Diante disso, entende-se a necessidade de ações governamentais que diminuam esse fator.

A fim de mitigar o problema, portanto, é necessário que o Ministério da Saúde, juntamente com o Governo Federal, criem ações mais eficazes de distribuição de preservativos, por meio de campanhas por todo o país. Apenas dessa forma será possível diminuir o número de gravidez entre adolescentes.