Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 21/10/2019
Funcionado conforme a 1 Lei de Newton, a Lei da Inércia, a qual afirma que o corpo tende a permanecer no seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele, mudando de recurso. A gravidez na adolescência é um problema que persiste na sociedade brasileira há algum tempo. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso desse problema a combinação de fatores familiares e escolares acabam por contribuir com a situação.
Como herança de uma colonização cristã, a exaltação da virgindade como “pureza” é na sociedade até os dias atuais. Por conseguinte, muitas famílias se sentem constrangidas para dialogar abertamente sobre sexo com os adolescentes. Desse modo, os índices de jovens adolescentes grávidas no Brasil não param de aumentar.
Ademais, a educação sexual escolar brasileira não é uma das melhores, pois ainda não há certa valorização na importância desse assunto e profissionais capacitados na área. Dessa forma, a evasão escolar de adolescentes gestantes se torna inevitável, uma vez que a mesa sofre preconceito de julgamentos no ambiente escolar muito dos casos.
Portando, diante dos argumentos supracitados, é dever do Ministério da Saúde promover publicidades em redes midiáticas e em transmissão na TV, exibindo a importância do papel da família na formação da educação sexual dos jovens. Soma-se a isso os institutos educacionais criarem projetos abordando esse assunto como o principal e aulas semanais de educação sexual, logo, irá diminuir a evasão escolar e eliminar aos poucos o “tabu