Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 22/10/2019

No filme ‘‘Confissões de adolescente’’ a personagem ‘Manu’ sofre um impasse familiar ao descobrir que aos 15 anos de idade está grávida.Fora da dramaturgia,os índices de gravidez na adolescência também são um crescente  fato,ocasionados pela má conscientização dos jovens,e que geram diversos problemas sociais.Nesse,sentido,convém analisar as causas,consequências e  como ações governamentais  podem auxiliar na redução desses casos.

Em uma primeira análise,é indubitável que os adolescentes não são informados de forma eficaz a cerca dos perigos da gravidez na juventude.Segundo o IBGE,Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,a cada cinco crianças  nascidas  no Brasil,uma é filha de uma jovem entre 14 e 19 anos.Contudo,apesar do enorme índice de casos,o Estado não oferta métodos de prevenção adequados(como aulas de conscientização nas escolas e propagandas na televisão).

Outrossim,em uma segunda análise,como produto da gestação precoce destacam-se os problemas sociais.Dessa forma,o médico D.Varella crê  que ‘as jovens grávidas perpetuam um ciclo de pobreza e exclusão social’.Com isso,consoante ao médico,evidencia-se o levantamento do site G1: ‘os casos são inversamente proporcionais ao índice de escolaridade.Fica clara,diante das estatísticas,que a gravidez na adolescência gera desigualdades sociais e pode ser evitada com políticas públicas eficientes.

Fica evidente,portanto,que medidas governamentais são necessárias para  reduzir os casos de gravidez na adolescência.Logo,os Governos federais,em parceria com instituições de ensino e a mídia,devem,por meio de comerciais e palestras públicas,ofertar o conhecimento a cerca dos perigos que a gestação precoce oferece aos adolescentes,pois,consoante ao filósofo Sartre,‘‘a educação é a forma de tornar os homens livres’’.Visto isso,a finalidade das palestras é diminuir os casos de jovens grávidas(como os relatados no filme ‘Confissões de adolescente’).