Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 22/10/2019
No livro ‘‘As três partes de Grace’’ da escritora Robin Benway, conta a história de Grace, uma adolescente adotada que entrega sua filha recém nascida para a adoção. No decorrer da narrativa descobre que sua mãe biológica passou pela mesma coisa. De certo, a gravidez na adolescência vem diminuindo a cada ano, entretanto, os índices ainda são altos. Assim, a gestação precoce é um problema social que remete ao aumento da letalidade e, futuramente, a dificuldade financeira.
Indubitavelmente, o índice de enfermidades em bebês nascidos de mães adolescentes é alto. De acordo com a reportagem de Drauzio Varella, 20% da mortalidade infantil são de filhos de garotas entre 15 e 19 anos. Deste modo, a fetação na adolescência é um problema que afeta, principalmente, mulheres de baixa renda nas quais não tem informações nem prevenções suficientes para se cuidarem.
Além disso, a gravidez prematura resulta, muitas vezes, ao abandono da escolaridade que consequentemente dificultará ao acesso do mercado de trabalho. Assim, aumentando o número de pessoas desfavorecidas e contendo o desenvolvimento social e econômico do país. É com senso que, esses problemas podem ser esclarecido apenas orientando os jovens. Bem como dizia Immanuel Kant ‘‘O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.’’
Em suma, as ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência são precárias pois a informação e as conscientização são os primeiros passos. Por isso, cabe ao Ministério da Educação promover palestras e aulas de educação sexual por meio de atividades dinâmicas para melhor entendimento. Assim como, o Ministério da Saúde deve introduzir novos métodos contraceptivos em hospitais e postos públicos, com o fim de diminuir a gestação prematura.