Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 23/10/2019

É indubitável que ações governamentais sejam feitas para a redução números de gravidez de adolescentes no Brasil. Nesse sentido, problemas como o alto índice de mortalidade infantil, os traumas são frutos de uma sociedade, que em sua maioria falta à educação sexual.

Primordialmente, sabe-se que o alto índice de mortalidade infantil é uma das causas geradas pela gravidez na adolescência. Estudos mostram que no Brasil, os valores de mortalidade infantil chega à cerca de 20% entre recém nascidos com mães entre 15 e 19 anos e que também geram um potencial de recém nascidos de baixo peso ou prematuros. Além disso, fatores assim são causados pela falta de informação das jovens, que em sua maioria não sabem a necessidade da ida ao acompanhamento médico, conhecido popularmente de pré-natal.

Também é possível somar aos aspectos supracitados, que na maioria a gravidez é de forma indesejada podendo ser fruto de uma violência sexual causando assim um trauma para a jovem mãe. Bem como mostra a mateira feita pela Uol, que tem o título de “Adolescentes que engravidam sofrem maior risco de problemas físicos, psicológicos e mentais”, a qual retrata que a gravidez precoce pode trazer à adolescente riscos de saúdes e que a maioria afetada são jovens pobres. Desse modo, estudos mostrados pelo Ministério da Saúde, diz que a marginalização dessas jovens é um fator condizente para a gravidez precoce e que os índices diminuem com o aumento da escolaridade.

Tento em vista os fatores elencados que mostram fatores e problemas da gravidez na adolescência, ações feitas por órgãos governamentais, como por exemplo, o Ministério da Educação (MEC), à obrigatoriedade do ensino da educação sexual nas escolas em todos os níveis, a qual é necessária para ensinar a importância do uso dos métodos contraceptivos, relações de convívio, entre outras informações. Sendo assim, ações desse modo podem refletir na diminuição dos números de gravidez na adolescência.