Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 23/10/2019
Falta de informação.Assim pode ser classificada um dos principais fatores que contribuem para os altos índices de gravidez precoce no Brasil.Nesse contexto,há dois fatores que não podem ser negligenciados como a baixa escolaridade e o poder aquisitivo dos envolvidos.Desse modo,evidencia-se a necessidade de intervenção de autoridades competentes a fim de atenuar a problemática.
Em primeira análise,cabe pontuar que a maioria esmagadora dos casos de gravidez na adolescência está ligada diretamente a baixa escolaridade e ao acesso educacional restrito.Uma prova da influência do conhecimento no comportamento humano está na frase do filósofo Kant:“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.“Sob essa ótica,percebe-se que um dos caminhos para reverter o quadro está no investimento a educação de qualidade para os jovens.
Ademais, nota-se também uma proporção inversa,visto que quão maior o poder aquisitivo menor índices de gravidez precoce.Comprova-se isso ao analisar a pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde no período compreendido entre 2005 a 2015, onde a maior incidência de casos ocorreu nas regiões Norte e Nordeste que são consideradas mais pobres no país.Sendo assim,nota-se que o quadro pode ser combatido com a inclusão dessas pessoas na economia brasileira.
Portanto,medidas são necessárias para extinguir a problemática.É necessária uma intervenção governamental na figura do Poder Executivo investindo no ensino público, através de melhorias na estrutura escolar, fornecimento de material didático de qualidade,pagamento de professores e funcionários.De modo,que a educação se torne um recurso acessível a toda a população brasileira,sem distinções quanto a situação financeira do indivíduo.Logo, poderá-se afirmar que de forma gradual os jovens do Brasil se tornarão conscientes, e se desvincularão desse grave problema social.