Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 24/10/2019
O nascimento de uma criança é considerado uma dádiva para um casal e sua família. Porém, para a maioria dos adolescentes, quando isso ocorre, é de forma precipitada e indesejada, pois isso tende a prejudicar tanto o futuro dos adolescentes, quanto a vida da criança.
Ademais, o período da adolescência é quando as pessoas tomam suas decisões para a vida adulta, sendo elas profissionais, pessoas ou acadêmicas. Entretanto, a chegada de um filho pode interferir radicalmente nesses planos, não permitindo-os que se realizem. Visto que, além dos cuidados e atenção necessária com um bebê, é preciso também sustentá-lo, o que acarreta outros problemas, como evasão escolar, possíveis problemas psicológicos, má situação financeira, entre outros.
Além disso, uma criança de pais adolescentes, possivelmente, não terá as mesmas condições que as demais, já que a maioria dos adolescentes não possuem maturidade e responsabilidade suficiente para criar e sustentar um novo ser humano. Pois, sabendo que a maior parte dos casos de gravidez na adolescência são com jovens de baixa renda, e essa renda é destinada aos suprimentos de subsistência, o investimento em educação ou a compra de luxos à criança ficam em segundo plano, colocando-as em desvantagem comparadas as outras.
Portanto, é preciso medidas para sanar esse problema. Medidas como a implantação do Ministério da Educação da disciplina “educação sexual” nas escolas, para que seja ensinado, de forma dinâmica e exemplificativa, os métodos de se prevenir e as consequências de uma gravidez. Além de um auxílio às crianças com a criação de um projeto, realizado pelo Ministério da Cidadania, para fornecer a elas educação e bens, através de doações ou trabalhos voluntários em entidas públicas. Com isso, diminuirá o número de gravidez na adolescência e caso ocorra, que ocorra de modo planejado e estruturado. Assim, o significado de um nascimento não será mais de preocupação e sim de felicidade.