Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 26/10/2019
Na série americana “The Society” a personagem Becca enfrenta o dilema da gravidez precoce, após um caso de uma só noite a garota se encontra sozinha, sem o auxílio de familiares ou do pai da criança, com muitas incertezas e pouca expectativa de melhora. De maneira análoga a estória de Becca é a história de milhares de jovens ao redor do globo, que repetem ciclos históricos e possuem pouca ou nenhuma instrução para cuidar de uma nova vida.
A priori, no Brasil são 68 bebês nascidos vivos a partir de mães adolescentes para cada mil meninas entre 15 e 19 anos, sendo cerca de 22 bebês à mais em relação ao resto do mundo. Ademais, segundo dados fornecidos pelo portal do senado, em 66% dos casos, as jovens apresentam as mesmas experiências vividas por suas mães e avós e há a repetição do padrão em relação a gestação precoce.
A posteriori, segundo o autor José Gabriel da Cunha “Um país que não investe na educação, coloca uma barreira na sua evolução”. Desse modo, a falta de instrução é um fator decisivo na vida desses jovens tanto com relação a prevenção quanto para com os primeiros cuidados com o recém nascido.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação e da Saúde agirem em parceria, por meio de palestras em escolas e outras repartições públicas, que tenham como proposta apresentar métodos contraceptivos, como usá-los de forma adequada e de que maneira esses atos podem contribuir para evitar a gravidez adolescente. Dessa forma, será possível reduzir substancialmente as estatísticas, gerando melhorias na vida de milhares de brasileiros.