Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 26/10/2019
O tabu em torno da educação sexual tem suas origens desde a colonização do país, com a associação da virgindade e com a influência de uma sociedade patriarcal que se estabelecia no Brasil. Por conseguinte, a persistência desse pensamento acerca do sexo apoia para desinformação sobre os meios de prevenção que, adiante corrobora para que se tenha em território nacional um número significativo de crianças e adolescentes que se tornaram pais de forma precoce. Logo, perante tal realidade, torna-se visível a necessidade de maior engajamento das políticas públicas a fim de obstar tal atualidade entre crianças e adolescentes brasileiros.
Antes de tudo, urge ressaltar as mazelas oriundas da gravides na adolescência. Como, a série de efeitos entre evasão escolar, o trabalho infantil a depressão e o preconceito do eixo social, assim como relata o documentário ‘’meninas’’ que mostra a vida de quatro mães em idade precoce, que residem nas periferias do Rio de Janeiro, expondo os desafios que elas enfrentam devido a condição em que se encontram. Nesse sentido, mediante ao relato se tornam inegáveis as consequências maléficas da gravides precedente.
Sobretudo, transfigura-se essencial a disseminação de informações perante a instrução sexual a crianças e adolescentes. Pois assim como citou Thomas Hobbes: Conhecimento é poder. Logo, o conhecimento obtido pela informação pode então evitar que mais meninas se tornem mães de maneira prévia, assim impedindo que tenham que lidar com os efeitos oriundos da gravidez na adolescência citados acima.
Portanto, para difundir a educação sexual entre crianças e adolescentes, cabe ao Ministério da Educação em parceria com as escolas, por meio das aulas de ciências, introduzir a informação acerca do sexo. Com o propósito de evitar, no futuro, a gravidez extemporânea com o auxílio do conhecimento adquirido no ambiente escolar. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente com a mídia promover campanhas midiáticas, transmitidas pelos canais de comunicação mais influentes da contemporaneidade, como a tevê e a internet, em parceria com figuras procedentes da mídia (como atores). Com intuito de colocar a sociedade a par dos males que acompanham a gravidez na adolescência, para que então, aos poucos o tabu em volta do sexo possa ser disseminado e de lugar ao entendimento.