Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 26/10/2019

É possível afirmar que a gravidez na adolescência é um problema que deve ser tratado de maneira mais organizada pela sociedade brasileira,visto que não só é prejudicial à saúde e ao futuro da mulher,como também ela não está preparada para criar uma criança,Nesse sentido, convém analisar as principais causas e consequências dessa problemática.

É fundamental pontuar,de início,que o descuido junto com a falta de educação sexual figuram como principal razão desse contratempo.Segundo Epicuro,filósofo grego do período helenista,deve-se evitar prazeres em que tenham efeitos desagradáveis,todavia,no aspecto sexual,é possível que os jovens entendam como prevenir desses efeitos.Desse modo,é lamentável que em um país que cada vez mais precoce ocorre a gravides,não tenha projetos sociais para evitar isso.

Além disso, os principais resultados desse contexto é o abandono escolar,prováveis doenças sexualmente transmitidas e problemas psicológicos.Consoante ao pensamento de Schopenhauer,filósofo alemão,o homem difere dos animais pela sua prudência,isto é,sua capacidade de prevenir-se de eventuais dificuldades futuras.Assim, é preciso estimular nos jovens esse tipo de pensamento,e isso pode ser feito com ações governamentais.

São necessárias,pois,mudanças para mediar esse empecilho.A escola,que tem como função não apenas educar academicamente mas também ajudar com problemas modernos,deve expor palestras com profissionais da área social como psicóloga,socióloga ou filósofa,a fim de mostrar os diverso entraves que pode vir a ter na vida da mulher se engravidar precocemente,ademais,o governo deve arrumar aulas de educação sexual nas escolas,para evitar mais jovens grávidas e auxiliar as que já estão para continuarem estudando.Espera-se ,com isso, que com um pouco de prudência e saber,possa-se amenizar esse contexto.