Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/10/2019

A gravidez na adolescência tem apresentado aumentos significativos nas ultimas décadas. De acordo com o ministério da saúde, 70% dos casos no Brasil são indesejados. Com isso, pode-se analisar o contexto familiar, no que engloba a educação fornecida, e também o entrave histórico-cultural que incrimina a discussão sobre a sexualidade.

A princípio é preciso entender que com as modificações sociais, as famílias tem usado a maior parte do tempo para relações fora do lar. E sendo a instituição familiar responsável pela educação moral, danos serão causados a longo prazo. Com a constante terceirização da educação dos jovens, que é falha na transmissão de valores, não ensina que a vida sexual requer responsabilidade, e que a falta desta trazem prejuízos, como exposição a doenças sexualmente transmissíveis e gestação precoce.

Além disso, a influência que a igreja católica tem sobre a sociedade, inclusive no modo como é visto o tema sexo, faz com que o assunto seja pouco debatido. Isso acaba retendo informações que deveriam e precisam ser compartilhados com os adolescentes. E na tentativa de promover a educação sexual na escola, os educadores são alvos de condenações sociais de órgãos administrativos que não respeitam a laicidade do estado.

Portanto, é por meio da educação que a gravidez precoce será combatida, por isso, cabe ao MEC promover debates, por meio de palestras com especialistas em sexualidade juvenil, que incluem e instruem a família sobre a importância da responsabilidade sexual, e também, ao ministério da saúde que deve realizar campanhas sobre os métodos contraceptivos que são ofertados pela rede pública de saúde. Com isso, haverá a conscientização dos jovens.