Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 28/10/2019
“O importante não é viver, mas viver bem”. Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapassa o da própria existência. Entretanto, no Brasil, não é uma realidade para indivíduos que se tornam pais na adolescência, em decorrência da falta de educação sexual.
Em primeira análise, cabe-se pontuar que a Constituição Federal de 1988 afirma que é de responsabilidade do Estado garantir o direito de ensino a todos, entretanto é notório a falta de debates públicos em ambientes escolares sobre a instrução sexual. Dessa forma percebe-se que apesar de políticas públicas, como a distribuição de camisinha em postos de saúde, muitos jovens ainda relacionam-se sem proteção alguma.
Ademais, convém frisar que, grande parte dos jovens que engravidam cedo, não possuem estabilidade econômica para cuidar dessa criança. Logo, muitos desses abandonam seus estudos para poderem sustentar seus filhos. Aumentando assim, o número de evasão escolar e perpetuando uma cadeia de pobreza já que a esocla é um dos meios de crescimento social existentes em nossa sociedade.
Portanto, são necessárias medidas capazes de refrear tal problemática. Para tanto, cabe ao governo junto ao Ministério da Educação incluírem a educação sexual nas instituições de ensino brasileiras, a fim de informarem os indivíduos sobre os riscos que correm ao engravidarem precocemente, visando a diminuição dos casos de gestações na adolescência. Assim, será possível viver bem no Brasil.