Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 29/10/2019

O número alto de adolescentes gravidas vem se tornando preocupante no séc XXI, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos de idade. O estado não vem se responsabilizando por esses dados que não param de crescer, a ausência da educação sexual nas escolas e nas casas brasileiras, são perceptível e por isso muitas jovens vem engravidando acidentalmente, pela falta de informação que vem ocorrendo.

Outro fator preocupante é o olhar da sociedade á essas jovens, o julgamento e exclusão social são tremendamente violentos, muitas não conseguem mais voltarem a estudarem e ficam indisponíveis profissionalmente por um grande tempo. Muitas dessas adolescentes que engravidam novas são pobres e não tem o mesmo acesso a educação como a classe média e alta.

Sem contar que grande parte dessas garotas não tem o apoio familiar e acabam ficando desleixadas socialmente e dentro de suas casas, pois a sociedade ainda tem um pré julgamento cruel de que essas meninas não merecem respeito por conta de um acidente e não conseguem enxergar que esse problema ocorre por conta da educação precária sobre prevenção sexual.

Portanto, é dever do MEC (Ministério da Educação) construir creches nos bairros periféricos do país, para que assim as mães jovens possam deixarem seus filhos nas escolas podendo assim darem continuidade nos seus estudos e até mesmo voltarem ao mercado de trabalho. Também é de responsabilidade do MEC elaborar palestras com profissionais da área da saúde, sobre inclusão de adolescentes gravidas e sobre educação sexual nas escolas públicas e privadas,  para que os dados estatísticos possam diminuírem com a informação que for dada e o respeito social for colocado em prática com mães novas, pois como diz Milton Nascimento “a pulsação do mundo é o coração da gente”